Missão do Dia 01/02/2012 – ‘Um Grande Post’

5-3-1 Wendler Press Ombros

Semana nº 1: 1ª Série são 5 reps @ 65% da vossa 1RM. 2ª Série são 5 reps @ 75% da vossa 1RM. 3ª Série são 5 reps (ou mais) @ 85%. Na última série façam o máximo que conseguirem depois das 5 repetições.

Semana nº 2: 1ª Série são 3 reps @ 70% da vossa 1RM. 2ª Série são 3 reps @ 80% da vossa 1RM. 3ª Série são 3 reps (ou mais) @ 90%. Na última série façam o máximo que conseguirem depois das 3 repetições.

Semana nº 3: 1ª Série são 5 reps @ 75% da vossa 1RM. 2ª Série são 3 reps @ 85% da vossa 1RM. 3ª Série são 1 reps (ou mais) @ 95%. Na última série façam o máximo que conseguirem depois da repetição.

No fim da última série façam 5×12 Elevações laterais com o máximo de amplitude possível.

Depois…

Completar o maior número de séries possíveis em 20minutos de:

200metros corrida20 Thrusters com 20kg (só a barra olímpica) + 20 Saltos para a caixa 60cm

Colocar o número de séries nos comentários.

Adaptações: Reduzir o peso no Thruster

Hoje decidi partilhar um Post de um amigo meu, Sérgio Veloso. Para além de o considerar um expert na área da nutrição, fiquei fã deste post que ele escreveu. Para além de muito bem escrito, ele faz sentido para mim, muito sentido. Espero que vocês também consigam tirar dele algo que vos ajude…  A mim ajudou imenso🙂

Retirado do blog ‘Fat-new-world’:

‘Bem sei que este blogue já viu melhores dias. Dias em que me dava gozo escrever e partilhar algum do conhecimento que fui adquirindo no meu deambular pelos meandros da ciência. Esse produto da mente humana que procura racionalizar a nossa própria existência. Que tenta compreender o que somos e para onde vamos. E fará algum sentido colocar estas perguntas a nós próprios? O que queremos nós afinal? A verdade é que já dei por mim várias vezes a questionar-me. O que queres tu, Sérgio? Qual é a tua intenção? Quero agora partilhar uma experiência que me colocou mais perto da resposta.

O verdadeiro motivo que me tem mantido afastado da escrita foi a falta dele. Desmotivação. O desintegrar de um objectivo que julgava falhado mas que hoje vejo como um enorme sucesso. Através deste blogue tive o privilégio de conhecer muitas pessoas que vieram a fazer parte da minha vida e por quem tenho grande estima. Pessoas a quem hoje posso chamar amigos. Outros colegas, ou simplesmente conhecidos. Recebi também alguns louvores e reconhecimento pelo meu trabalho. Mas desvalorizei tudo isso porque não era capaz de responder a uma pergunta: o que queres tu, Sérgio?

Na verdade o blogue é apenas um reflexo da minha vida insatisfeita. Uma vida cheia de bloqueios por mim criados e que me impediam de desfrutar o milagre de existir. Sentia-me triste e sem rumo, passando cada dia como um castigo por ser eu próprio. Cansado de viver os sonhos dos outros. Tentando servir, esquecendo-me de mim próprio e negando-me o dever de procurar uma intenção para a minha vida. Mas afinal… o que queres tu, Sérgio?
Pensava querer muita coisa. Dinheiro, reconhecimento, uma bela casa, um bom carro, um emprego gratificante, uma família ou simplesmente alguém para partilhar as alegrias e tristezas. Se não fosse pedir muito, queria isso tudo, e ao mesmo tempo. Ao olhar para trás via que muito pouco tinha sido conseguido e o que tinha era pouco importante. Não me preenchia. Perguntava-me… o que queres tu, Sérgio?
Mas mais do que isso, começava a questionar-me sobre o que tinha feito para atingir os meus objectivos, mesmo sem os saber definir em concreto. Sempre fui dado à reflexão e pouco à acção. Pensava tanto nos problemas que acabava por inventar novos que nem sequer existiam. Pensava por mim e pelos outros, tentando adivinhar o que ia nas suas cabeças. Como se isso fosse sequer possível! Não tinha confiança, era inseguro. Mas o que significa isso? Como é que eu gerava esse comportamento? Qual era a intenção? O que queres tu, Sérgio?
São perguntas aparentemente estranhas mas que hoje me fazem todo o sentido. Todo o comportamento tem uma intenção positiva. Esta foi uma das lições que aprendi na passada semana durante a formação em Programação Neuro-Linguística que em boa hora decidi fazer. E foi uma decisão curiosa. Pela primeira vez deixei-me levar pelo impulso e intuição. Sair da minha zona de conforto para algo que se revelou a melhor escolha que podia ter tomado. Uma decisão que sinto ter mudado a minha vida.
Tive a oportunidade de me conhecer melhor e aperceber-me de que há um mundo lá fora à minha espera. Um mundo que sou responsável por construir e onde não existe fracasso… apenas feedback. Onde uma pessoa não é o seu comportamento. Onde o mapa não é o território. Onde todos fazemos o nosso melhor com os recursos que dispomos num dado momento. Um mundo em que um qualquer carrinho vermelho pode chegar a carro de corrida.
Como se isso não bastasse encontrei ainda um grupo fantástico de pessoas a quem agradeço por fazerem parte deste marco na minha vida. Foi uma semana reveladora, bem-disposta e onde os meus bloqueios se foram desmoronando lentamente desde o primeiro dia. Sorrisos honestos e calor humano confortante. Um sentido obrigado a todos. Adoro-vos!
E quanto à equipa da LIFE TRAINING tenho dificuldade em expressar a minha gratidão. Foram todos fenomenais… Ana Relvas, Pedro Martins, Nuria… muito obrigado. Mas queria destacar duas pessoas: o “mágico” Pedro Vieira e a Kathy. Ambos me proporcionaram momentos únicos e uma empatia incomum para um contacto tão breve. Aprendi até que gosto de dançar! Curioso como sempre pensei que não era capaz sem nunca antes ter tentado. Agora que penso nisso tomo consciência do quanto esta sombra tem estado presente na minha vida. Percebi também que tenho algo de bom e único. Todos nós temos! Existem em mim coisas que vale a pena cultivar.
E com o Pedro tive uma experiência única e libertadora. E logo eu que não acreditava em magia… Compreendi finalmente que o nosso sistema rema todo no mesmo sentido. Que todo o comportamento tem uma intenção positiva, mesmo quando isso não é evidente para nós. Só precisamos de integrar as partes desencontradas. Percebi ao final de dez anos que o que pensava ser um fracasso não era mais do que um refúgio confortável para fugir da vida a que tenho direito. Para me esconder do risco de falhar. Mas e se esse fracasso não pudesse existir? E se um resultado não tivesse valor e fosse apenas o produto de um processo racional? E se esse processo pudesse ser modificado para gerar um resultado congruente com a nossa intenção? Um profundo obrigado Pedro por me teres ajudado a encontrar paz novamente. A culpa foi lavada pelas lágrimas.
Quando tomei a decisão de fazer o curso esperava obter algumas ferramentas que me ajudassem na relação com os outros. Era algo em que sempre tive dificuldade, ou em que criei dificuldades. Sempre fui bom a colocar obstáculos à minha frente como se quisesse cair. Mas à medida que me deixei levar pela onda apercebi-me de que não precisava dessas ferramentas. Precisava sim de aprender a relacionar-me comigo mesmo. O resto viria naturalmente.
E do curso trouxe ainda algumas âncoras. Objectos com um significado profundo e com o poder de alterar estados emocionais num estalar de dedos. Quando sinto aquela bola amarela nas mãos, quando vejo aquele pequeno fantoche, ou quando olho para aquela fotografia na moldura, recordo-me de momentos fantásticos, com pessoas fantásticas que trarei sempre comigo. Uma bênção. Ancorem os bons momentos! Lembrem-se deles nos dias de tristeza e quando os problemas parecem não ter solução. “O problema não é o problema. O problema é o estado em que se aborda o contexto”.
E qual a minha intenção afinal? O que é que eu quero da vida? É engraçado como uma pergunta tão abstracta pode ser respondida com uma simples palavra: felicidade. Deixo-vos aqui uma frase que ouvi repetidamente na última semana e que tenciono transportar para a minha vida: “Queres ser feliz ou queres ter razão?”. Pensem no seu significado como eu pensei. Pensem nos conflitos ridículos que temos no dia-a-dia para levar a nossa avante. A beleza da ambiguidade é que cada um de nós lhe pode dar um significado de acordo com o seu mapa. Um sentido próprio e só nosso.
O que é ser feliz? Não sei. E agora que penso nisso compreendo o quanto é difícil definir um comportamento que insistimos em nominalizar. Eu não SOU feliz… Eu ESTOU feliz. Felicidade é um estado que escolhemos ou não desfrutar. Não é algo que possamos por num saco… Não tem existência física. Para que seja atingida é necessário atribuir-lhe um significado. Se passamos a nossa vida à procura de algo indefinido estamos condenados ao fracasso. Parece simples? Se calhar é mesmo! Definam intenções… Sejam específicos.
Quem já não pensou: “Serei feliz quando tiver o que quero”. “Serei feliz quando for rico”. “Serei feliz quando encontrar o amor da minha vida”… Porque razão há sempre alguma coisa entre nós e a felicidade? Se o resultado é o mais importante, porque aparece sempre em último? Não seria muito melhor começar por ele? Não é mais fácil conseguir o que quer se estiver feliz? Não teremos mais sucesso num trabalho que nos dê prazer? Não será mais fácil encontrar o amor se estivermos felizes?
“Inspirando decisões apaixonadas”. Dificilmente poderia ser encontrado um lema mais adequado para a LIFE TRAINING. Hoje sinto-me mais capaz de tomar as decisões que adiei na esperança que tudo se resolvesse por si só. Mas isso não é viver a vida que temos direito. Somos responsáveis por tudo o que nos acontece através das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos. Cada porta que abrimos é um caminho diferente para o nosso destino, calcando aquilo de que os sonhos são feitos.
No fundo este blogue é parte de mim. Uma extensão do meu consciente e inconsciente. O local perfeito para partilhar as minhas aprendizagens e revelações. E que revelações estas! Escrever este texto foi também uma forma de me libertar e fazer cair os muros que me prendiam. Obrigado mais uma vez Pedro, pois também esta dica está implícita no teu livro. Não é a temática que vos habituei mas talvez comece aqui e hoje um blogue diferente, reflexo de um Sérgio diferente. Melhor ou pior não sei, mas com uma única intenção altamente congruente:
                                iiiiiissoooo meeeeessssmooooo…’
Se um coração é grande, nenhuma ingratidão o fecha, nenhuma indiferença o cansa. (Leon Tolstoi)

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